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19 de dez. de 2013

GTA da vida real - Menores causam terror no RJ

RIO - O menino espancado de manhã no centro por ter sido flagrado roubando o colar de uma mulher já está de volta à Avenida Rio Branco. Minutos atrás, ele, acompanhado de pelo menos cinco garotos de rua, invadiu um ônibus e, em seguida, ameaçou apedrejar a portaria do prédio 128 da avenida, a principal do centro carioca.

Quatro horas antes, o menino havia sido levado por policiais militares para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da Polícia Civil. Ele havia sido capturado por pedestres, que atenderam ao grito de socorro da mulher. Agredido, o menor sofreu ferimentos no supercílio direito.



Às 13h, ele estava de volta ao exato ponto onde havia sido surrado, só que na calçada oposta da Rio Branco. Com ele, os amigos que o acompanhavam quando atacara a vítima às 8h45. Sobre o olho, havia um curativo.


O menino invadiu o ônibus pela porta traseira. Os amigos tentaram segui-lo, mas o motorista, alertado por passageiros apavorados, conseguiu fechar a porta às pressas. Preso dentro do ônibus, ele escapou pela janela, momento em que foi flagrado pelo repórter-fotográfico Wilton Júnior, do Estado.


Ao ver que estava sendo fotografado, o menino e os amigos ameaçaram atiraram pedras contra o profissional e contra a portaria do edifício, onde Júnior buscou refúgio. Antes de irem embora, ofenderam os seguranças do edifício.

Fonte: Estadão

Esta situação é rotineira na vida de muitos brasileiros. É por essas e outras bem piores que existe a necessidade de redução da maioridade penal no Brasil.

11 de dez. de 2013

Vivo deixa Baixada Santista sem internet e telefone.


Milhares de clientes da Vivo na Baixada Santista e no Vale do Ribeira estão com problemas para utilizar os serviços da operadora durante a manhã desta quarta-feira (11). O motivo, segundo a Vivo, seria o rompimento de duas rotas de fibra ótica que são responsáveis pelo sinal em toda a área que utiliza o DDD 13. Ainda não há previsão para que os usuários consigam efetuar as ligações normalmente.

De acordo com informações da Vivo, o problema não acontece apenas com as ligações telefônicas. Usuários que acessam a internet pela operadora também não estão conseguindo conexão com a rede. Por volta das 11h20, os clientes que tentavam fazer ligações com celulares da operadora recebiam a mensagem 'Não registrado na rede'.

O problema com a operadora afetou o Poupatempo de Santos e as agências bancárias, que acabaram ficando sem comunicação e, por isso, precisaram interromper o atendimento prestado na maior parte dos serviços.

Em nota, a Telefônica Vivo informa que, em função de rompimentos em duas rotas de fibra ótica, os usuários de Santos e toda a área de DDD 13 podem estar encontrando dificuldades para utilizar os serviços de voz e banda larga fixas e móveis. O problema teve início às 9h57 de hoje e equipes técnicas da empresa dirigem-se aos locais das ocorrências para fazer os reparos necessários no menor prazo possível. Assim que houver novas informações, a empresa voltará a prestar esclarecimentos.

Fonte: A Tribuna

10 de dez. de 2013

Cadeirante, vereadora é barrada na Câmara por falta de elevador

A vereadora cadeirante Dayane Amaro Costa (PDT), de Mogi Mirim (SP), não conseguiu acompanhar nesta terça-feira (10) uma sessão plenária da Câmara porque não havia elevadores ou rampas para que ela chegasse à tribuna da Casa. A vereadora tentou chegar às galerias abertas ao público, que ficam no andar de cima do plenário, mas não encontrou meios para viabilizar sua subida.

Dayane disse que foi informada por funcionários da Câmara que não havia elevador para chegar às galerias. Em seguida, foi orientada a ir para o Senado para acessar o local --onde teria um elevador disponível.

Quando chegou ao Senado, ela foi informada que o elevador que dá acesso às galerias estava fora de funcionamento. A outra forma de acessar o segundo andar do plenário é por escadas. A vereadora disse que ainda questionou servidores se não havia bombeiros para carregá-la até o local, mas recebeu a informação de que ninguém poderia ajudá-la na subida.


Inconformada com o tratamento recebido na primeira visita ao Congresso, a vereadora disse que esperava um melhor tratamento da sede do Legislativo aos deficientes físicos. "É constrangedor. Esse lugar deveria dar exemplo para todo o país. Se aqui não tem acessibilidade, imagina no resto do Brasil", afirmou.

As outras duas vereadoras de Mogi Mirim que acompanhavam Dayne na visita, que não são cadeirantes, também reclamaram do tratamento recebido. "Era interessante para nós, vereadoras, acompanhar a rotina de trabalhos dos deputados. Mas não conseguimos. Depois que nós não conseguimos acessar as galerias, elas foram fechadas como se ninguém pudesse subir. Mas fizeram isso só para tentar minimizar o que fizeram conosco", protestou a vereadora Márcia Rorroli (SDD).

Após o incidente, as vereadoras foram levadas por congressistas ao plenário da Câmara para acompanhar a sessão. Mas tiveram que ficar no andar térreo, ao lado dos deputados, na tribuna de honra.

Em nota, a Câmara disse que por motivos de "ordem estrutural" não pode instalar um elevador que dê acesso às galerias do plenário, nem construir uma rampa de acesso. Por isso, a Câmara diz que firmou acordo com o Senado para uso do elevador instalado na outra Casa, de onde é possível acessar as galerias.

"De lá, por meio de um corredor sem obstáculos, é possível ao cadeirante ou à pessoa com deficiência acessar as galerias do plenário da Câmara dos Deputados. Infelizmente, neste momento, o elevador está fora de uso para reparos, o que, lamentavelmente, impediu a vereadora de visitar o local", diz a nota da Câmara.

A Casa afirma que na tribuna de honra, dentro do plenário, há um espaço reservado para pessoas com deficiência.

O Senado, também em nota, disse que o elevador não estava em funcionamento porque não havia ascensoristas para operá-lo. Parte dos ascensoristas da Casa não está trabalhando porque a empresa responsável pela sua contratação não paga os funcionários desde novembro --embora tenha recebido normalmente os recursos mensais repassados pelo Senado no contrato firmado com a instituição.

"O veículo em questão [elevador] não possui qualquer problema técnico, tendo vista que ele passou por manutenção recente. Ocorre que alguns ascensoristas não compareceram ao trabalho nesta terça-feira, em razão de problemas com a empresa Zarcone", diz a nota do Senado.

QUEBRADO

No ano passado, o Senado gastou R$ 74 mil para instalar o elevador reservado para que pessoas com necessidades especiais acessem as galerias do plenário. A máquina ficou parada por dois anos, voltou a funcionar em 2013, mas sofre constantes problemas de operação.

Sem o elevador, os cadeirantes que vão ao Senado não podem ter acesso às galerias do plenário. Muitos têm que acompanhar as sessões da tribuna de honra, que fica no térreo, mas necessitam de autorização especial para o acesso quando as visitas ocorrem nos horários das sessões.

A acessibilidade no Senado é uma das principais bandeiras da gestão do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). Também é uma das prioridades da gestão do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

A Câmara diz que, desde 2004, matem um programa de acessibilidade com ações que atendem às demandas das pessoas com deficiência que transitam em suas dependências. A Casa afirma que, no ano que vem, vai reformar o plenário para adequá-lo às normas de acessibilidade.

Já o Senado afirma que a acessibilidade é uma das "maiores preocupações" da Casa e que nos últimos anos tem feito muito para adaptar seus espaços aos cidadãos com necessidades especiais.

Fonte: Folha

"É vergonhoso que um país como o Brasil não se preocupe com que tem necessidades especiais, e não é só na câmara, isso ocorre em todos os lugares do país, vide o egoísmo das pessoas que fazem suas calçadas na altura que elas desejam ter, não há leis para padronização de calçamento e muito menos fiscalização. Mas na hora de cobrar impostos e pedir seu voto esses sacanas estão lá prometendo mundos e fundos. Abre o olho brasileiro, não deixe isso acontecer por mais 4 anos. Vote consciente"

Sakura Nakashima

9 de dez. de 2013

Trabalho escravo em obra de Brookfield e Emccamp do ‘Minha Casa Minha Vida’

Reportagem de: reporterbrasil.org.br
Ao todo, 16 pessoas foram resgatadas em obra sob responsabilidade das empresas, que estão entre as maiores construtoras do Brasil

Uma operação conjunta envolvendo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) libertou 16 trabalhadores em condições análogas às de escravos. O resgate aconteceu em 12 de outubro, no Rio de Janeiro, em obra sob responsabilidade da Brookfield e Emccamp, construtoras que estão entre as maiores do país. Além de trabalhadores do Rio de Janeiro, entre os libertados estavam migrantes de Minas Gerais e do Maranhão. Todos faziam o reboco de casas do programa federal de moradias populares “Minha Casa Minha Vida”, erguidas pelas empreiteiras.

Tanto a Brookfield quanto a Emccamp estão em posições de destaque no ranking elaborado pela ITC, empresa de consultoria especializada em construção civil. Em 2012, a Brookfield ficou em terceiro lugar na lista, com 4,4 milhões de metros quadrados em área construída, divididos entre 111 obras. Já a Emccamp fechou o ano com 1,1 milhão de metros quadrados divididos em 40 obras, o que a deixou na vigésima colocação. É a segunda denúncia grave recente envolvendo a Brookfield. Em outubro, a empresa foi envolvida em escândalo de corrupção no município de São Paulo, que ficou conhecido como a “máfia do ISS”. Ela chegou a admitir o pagamento de R$ 4,1 milhões em propinas.

Após o resgate, as verbas rescisórias de todos os empregados foram pagas pelas empreiteiras. De acordo com os procuradores Marcelo José Fernandes da Silva e Juliane Monbelli, que acompanharam a operação, o MPT ainda vai propor às construtoras um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) prevendo penalidades e multas caso a exploração se repita, além do pagamento de indenizações por dano moral coletivo.

Para entrar em um dos alojamentos, trabalhadores tinham que subir escada de madeira e sem corrimão e passar por um buraco na parede (ao fundo na foto)
Procurados pela Repórter Brasil, as empresas confirmaram o pagamento das indenizações, mas procuraram responsabilizar a Construsilva, empresa terceirizada que subcontratou os trabalhadores, pela situação encontrada. Em nota, a Brookfield ressaltou que “cumpre as leis trabalhistas e as diretrizes estabelecidas pelas normas de medicina e segurança do trabalho e que busca promover constantes melhorias no ambiente de suas obras, envolvendo tanto seus colaboradores como seus fornecedores”. A Emccamp, por sua vez, negou que operários resgatados estavam trabalhando para ela, como apontaram MTE e MPT, e declarou que rescindiu com o grupo antes de a fiscalização acontecer, sendo “o contrato de subempreitada paralisado no segundo dia de prestação de serviços, quando da constatação de irregularidades nos documentos trabalhistas obrigatórios”. A reportagem entrou em contato com uma das sócias da Construsilva, mas ela não quis falar sobre o caso.

Terceirização ilegal
Dos 16 resgatados subcontratados pela Construsilva, 13 trabalhavam para a Brookfield e três para a Emccamp quando o flagrante aconteceu. Segundo o MTE e o MPT, apesar da subcontratação, a responsabilidade pela situação é das duas empresas. A terceirização foi considerada ilegal neste caso porque os trabalhadores foram contratados para a mesma atividade-fim das empresas, o que contraria a súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho. Além disso, os auditores fiscais que participaram da operação – Cláudio Secchin, Márcia Albernaz de Miranda e Leonardo Soares Bello – apuraram que todos os equipamentos e meios necessários para o trabalho eram fornecidos pela Brookfield e Emccamp, restando à Construsilva somente a locação da mão de obra, o que também é proibido.


A terceirização ilegal foi utilizada para baratear os custos, mas contribuiu para a degradação em que o grupo foi encontrado. De acordo com a fiscalização, a Brookfield pagava R$ 28 mil por mês à terceirizada Construsilva, para que esta arcasse com os salários e um adicional por produtividade. Levantamento feito pela equipe que participou da ação indica, no entanto, que seriam necessários ao menos R$ 40 mil mensais só para pagar o grupo. Insolvente, a Construsilva atrasou sistematicamente o pagamento dos salários, o que restringiu a locomoção dos trabalhadores e gerou dívidas.

Das 16 vítimas, três eram do Rio de Janeiro e moravam em casas alugadas com suas famílias, e 13 eram migrantes de Minas Gerais e do Maranhão, que viviam em alojamentos. Os que viviam em casas tiveram a liberdade de locomoção restringida por meio da restrição de documentos. Eles entregaram a carteira de trabalho em 30 de julho, quando começaram a trabalhar na obra, e só obtiveram o documento de volta quase três meses depois, em 18 de outubro, após a fiscalização ocorrer. De acordo com a legislação trabalhista, depois de receber a carteira de trabalho para fazer anotações, o empregador tem 48 horas para devolver o documento.


Geladeira de alojamento, com compartimento cheio de água e larvas
Nos dois alojamentos onde os demais 13 trabalhadores ficavam, as condições eram de degradação humana segundo a fiscalização. Em um deles não havia nenhum móvel ou eletrodoméstico, nem portas ou janelas. Os colchões ficavam diretamente no chão. Já os móveis e eletrodomésticos da segunda casa estavam todos em mau estado de conservação ou quebrados. O fogão e as duas geladeiras não funcionavam. Uma delas tinha um de seus compartimentos cheio de água suja com larvas de mosquitos dentro. O armário do quarto tinha as portas empenadas, que não fechavam. Dois dos seis trabalhadores abrigados no local tinham que dormir em colchão no chão, porque não havia camas para todos.

Costas de trabalhador com alergia devido ao contato com cimento


Transporte e alimentação

Para trabalhar na obra, quatro dos migrantes viajaram juntos do Maranhão ao Rio de Janeiro em um ônibus em condições precárias, que quebrou oito vezes no trajeto e pegou fogo em uma delas. Além de não pagar pelas viagens, conforme determina a legislação, as empresas também não declararam ao governo o transporte de nenhum dos trabalhadores, contrariando a Instrução Normativa 90/2011 do MTE.

No dia a dia, sem equipamentos de proteção individual adequados para o trabalho, o grupo teve contato direto com produtos químicos que fazem mal a saúde. Um dos resgatados sofreu com uma alergia por encostar no cimento utilizado para o reboco.

Sem dinheiro por conta dos atrasos, eles dependiam da empresa para sobreviver. Só o almoço era fornecido e o grupo tinha que comer no canteiro de obras. As vítimas trabalhavam aos sábados para não pagar pela comida. A fiscalização registrou carga horária de mais de 44 horas semanais, o que configurou a submissão a jornadas exaustivas, mais um dos elementos que caracterizam escravidão contemporânea, conforme o artigo 149 do Código Penal.

7 de dez. de 2013

O racismo verdadeiro


Os índios são os verdadeiros brasileiros, eles já estavam aqui antes do Cabral. Qualquer outra etnia é estrangeira.
Pare com seu mimimi barato e vá estudar história por obséquio.
OS ÍNDIOS TAMBÉM FORAM MASSACRADOS, ESCRAVIZADOS, ESTUPRADOS E ROUBADOS!

Sou afrodescendente e não me ofendi nenhum pouco.

CHEGA DE FALSO MORALISMO!

Armas salvam vidas


Ao contrário do falso moralismo, esse blog é a favor do posse legal de armas para cidadãos de bem
Veja o caso a seguir:

"ARMAS NÃO MATAM PESSOAS, PESSOAS MATAM PESSOAS"

#CampanhaDoArmamento

6 de dez. de 2013

Usuários passam por debaixo do trem da CPTM

A circulação de trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) foi interrompida na tarde de quinta-feira após usuários serem vistos passando por baixo de um vagão na estação da Luz. Quando anunciaram a troca de plataforma, os usuários "pularam na via e atravessaram por debaixo do trem".

Em nota, a CPTM divulgou que "repudia a atitude de alguns usuários que colocaram em risco a própria vida ao atravessar a via férrea por debaixo de um trem parado em uma das plataformas da estação da Luz". A companhia informou que o lugar conta com escadas rolantes e várias fixas que dão acesso à transferência subterrânea para as plataformas.

"A ação inconsequente prejudicou milhares de usuários que estavam nas plataformas de embarque pois foi necessário interromper a circulação por motivo de segurança até que todos os usuários saíssem da via", completou o comunicado.

5 de dez. de 2013

Prédio em Santos - SP pode desabar a qualquer momento!

Moradores precisaram ser removidos do edifício após estrutura balançar.
Segundo os bombeiros, local corre risco de desabamento.

Cerca de 170 moradores de um prédio residencial de nove andares em Santos, no litoral de São Paulo, foram retirados do local após uma coluna da estrutura ter se rompido. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o prédio corre o risco de desabar. Dois imóveis vizinhos também foram interditados.

De acordo com os Bombeiros, o edifício, localizado na Avenida dos Bancários, na Ponta da Praia, um dos pontos mais nobres da cidade, passava por reformas. Os moradores que estavam no local ouviram um forte barulho, por volta das 10h45 desta quinta-feira (5), e sentiram o prédio balançar para a direita.

Uma coluna da construção acabou se rompendo e apenas um ferro permanecia segurando a estrutura. O Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil foram acionados. Sete viaturas dos Bombeiros foram deslocadas para a região, além de seis técnicos da Defesa Civil. A avenida foi interditada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos.

Por volta das 11h30, a Defesa Civil decidiu retirar moradores de duas casas localizadas ao lado do prédio danificado. Não há previsão para que os moradores possam retornar ao local.

Em nota, a Prefeitura de Santos afirma que está investigando se a obra é regular ou não.

Correria


Segundo a moradora Antônia Gelsa, que estava em casa na hora do acidente, os moradores ouviram um estrondo muito forte e todos começaram a descer imediatamente. "A cama balançou e eu achei que era um terremoto. Liguei a TV para ver se dava alguma notícia, mas nada. Liguei para o porteiro e ele estava muito nervoso, mandando a gente descer, porque uma coluna tinha cedido. Outra moradora chegou a desmaiar durante a correria", conta.

Antônia diz ainda que não conseguiu tirar nada do prédio. "Eu estava com meus dois filhos. Não pegamos nada, está tudo lá dentro, nem documentos temos. Mesmo assim, parecia que o elevador estava levando uma eternidade para chegar ao térreo. Até o momento, não deram nenhuma previsão para sabermos se podemos voltar. Mas acho que não será possível", afirma.

Já o empresário Maurício Lopes revela que estava dormindo e foi despertado pelo barulho. "Parecia um morteiro. O prédio cedeu, com certeza, uns 5 centímetros. Depois começou a gritaria para todo mundo descer. Em 5 minutos, todos os moradores estavam na rua. Só salvei a minha cadela. De resto, ficou tudo no apartamento. Não sabíamos o que tinha acontecido até chegar ao térreo. Não sabemos ainda se vamos poder recuperar as coisas", diz.

Defesa Civil
O coordenador técnico da Defesa Civil de Santos, Ernesto Tabuchi, disse que os moradores das casas do entorno que foram evacuadas poderão retornar ainda nesta quinta-feira, após o escoramento da estrutura do prédio em risco. Já os moradores do edifício danificado só poderão retornar depois de garantida a segurança no local.

Tabuchi afirma, ainda, que um reforço será feito na estrutura do pilar. Uma capa de concreto será colocada em torno do lugar onde a coluna foi comprometida. "O risco é evidente, houve um rompimento de um pilar de sustentação. O risco de queda parcial existe, a estrutura foi calculada com esse pilar funcionando e ele não está exercendo sua função estrutural, então é um risco" explica o coordenador técnico da Defesa Civil.


Fonte: G1

4 de dez. de 2013

Cachorro abandonado vira segurança de posto e tem até crachá.

Ele levava no currículo apenas a fama de ser fiel. Quem o viu chegar conta que mal tinha porte de um cão de guarda, mas o que lhe garantiu a vaga foi o carisma. "Amarelo", como é chamado o cãozinho, é um dos dez funcionários que trabalham no Posto Ipiranga da Avenida Professor Plínio Bastos, no Bairro Olaria, Zona Norte do Rio. A função de segurança cumpre com esmero, afirma a chefia. Como salário, recebe carinho, comida, cuidados médicos, banho e tosa.

"Esse cachorro vive bem demais. Eu tenho até inveja dele", brinca, às gargalhadas, o frentista Frank de Mesquita, de 54 anos, que há dois anos e meio trabalha no posto. "Todo mundo adorou ele desde o primeiro momento", conta.

Nenhum funcionário sabe precisar como e quando o vira-lata de pelo amarelo chegou ao posto. Mas ninguém se esquece da aparência que ele tinha. “Ele era muito feio. Tinha uma doença na pele, faltavam pelos em grande parte do corpo”, relembra Andressa Wanil, de 34 anos, gerente da loja de conveniência do local. “Ele chegou todo arrebentado, magrelo, até os ossos apareciam”, destaca o colega Frank.

A gerente de pista Eliane Venceslau de Oliveira, 46 anos, diz que a ideia de fazer um crachá, idêntico ao dos frentistas, surgiu há cerca de um ano. Ela conta que o responsável pela confecção dos crachás o fez por conta própria, sem cobrar nada. “Ele veio fazer o de todo mundo e perguntou se podia tirar uma foto do Amarelo. Depois ele apareceu com o crachá”, conta.



Desde que ganhou a identificação de funcionário, que carrega presa à coleira, "Amarelo" adquiriu ainda mais status no posto. “Todo mundo que chega aqui quer tirar foto com ele. Tem dia que ele fica até irritado. Mas é um amor com todo mundo”, diz a gerente Eliane.

Pausa no trabalho para ser tietado só ocorre durante o dia. Sob a luz do sol, o cãozinho também costuma fazer corpo mole: fica deitado à sombra e adora enterrar coxinhas de frango que ganha dos colegas. Já à noite, "Amarelo" se porta como um cão de guarda que se preze. “Ele não desgruda do Lourival, o frentista da madrugada. Fica ao lado dele o tempo todo, alerta a tudo o que acontece. Ele gosta de todos os funcionários, mas vive como unha e carne com o Lourival”, afirma Andressa Wanil, a gerente da loja de conveniência. “Por incrível que pareça, desde que ele chegou aqui nunca mais teve assalto. Antes houve um ou outro roubo pequeno”, faz questão de destacar o frentista Frank.

Tubarão não é amarelo
O primeiro funcionário a acolher o cachorro no posto também trabalhava sozinho na madrugada. “O senhor Jaldir foi quem viu Amarelo chegar. Ele chamava o cachorro de Tubarão, mas não deu certo, o cachorro não atendia, porque esse nome não combinava nada com ele. O que pegou mesmo foi Amarelo”, conta a gerente Eliane. Segundo ela, Jaldir morreu há aproximadamente um ano e foi então que Lourival assumiu o posto de fiel escudeiro de Amarelo.



Três madrinhas
Não foram só os funcionários do posto que adotaram Amarelo. Ele tem três madrinhas, que desde a sua chegada se revezam nos cuidados. Uma delas é a auxiliar de veterinária Andreia Balzana Martins, 42 anos, que todas as noites leva o jantar para Amarelo. “Não tem chuva, nem Natal, nem feriado que faz ela deixar de vir”, garante o frentista Frank.

Andreia conta que uma amiga parou para abastecer o carro no posto e viu o cachorro, ainda com sinais de maus tratos, e a acionou. Ela mora perto do local e se dedica a auxiliar animais com histórico de abandono. “Eu faço isso por amor. Todo mundo que vê um animal abandonado deveria fazer a mesma coisa”, diz.

Ela relembra que quando "Amarelo" apareceu, vizinhos contaram ter visto um carro parando por ali e abandonando-o na madrugada. “Cachorro de rua fica correndo de um lado para o outro. Cachorro abandonado não sai do lugar de onde foi deixado”, afirma. Ela revela que "Amarelo" se recusou sair do posto para ser adotado. “Ele é feliz ali”.

Duas amigas de Andreia, Jane e Maria Tereza, também oferecem cuidados especiais a "Amarelo". “A Maria trabalha no fórum em frente e pagou todo o tratamento dele, além de arcar com as vacinas e outros cuidados. A Jane também colabora com a comida, mas nem sempre pode ir lá levar. Sou eu quem vou todas as noites. Se tiver de sair, passo lá antes. Sem comida ele não fica”, afirma. “E ele é exigente. No início só aceitava comida, nada de ração. Agora ele come ração mas só se estiver misturada com carne”, ressalta a madrinha Andreia.

Endereço do posto: Jtx de Olaria, Av Prof Plínio Bastos, 305 Olaria - Rio de Janeiro - RJ.

Fonte: G1 e Diário de Biologia

3 de dez. de 2013

MILAGRE! Aeroporto de Guarujá vai ter voos comerciais!

Reportagem de JOSÉ ERNESTO CREDENDIO:O governo federal assina hoje a autorização para permitir a instalação do aeroporto de Guarujá, no litoral paulista, na área da Base Aérea de Santos. O aeroporto será compartilhado para voos civis e militares.

O ministro da SAC (Secretaria de Aviação Civil), Moreira Franco, vai entregar à Prefeitura do Guarujá a outorga do aeroporto, que será reformado após ser privatizado, a exemplo do que já ocorreu com Cumbica (Guarulhos), o aeroporto de Brasília e o do Galeão, no Rio.

Segundo a SAC, Guarujá deve receber voos hoje dirigidos a Congonhas e Cumbica.
A base é localizada no distrito de Vicente de Carvalho.

As simulações realizadas pela prefeitura indicam que o aeroporto poderá receber uma média de até 21 voos diários e cerca de 500 mil passageiros por ano, em aeronaves de médio porte.

A transferência da outorga é o primeiro passo para a privatização. Depois, a prefeitura vai submeter o modelo de concessão à SAC e elaborar o edital de privatização.

O grupo que vencer a concorrência terá de investir entre R$ 85 milhões e R$ 100 milhões para construir um terminal, reformar a pista e modernizar os sistemas de sinalização e de drenagem. Também devem ser reorganizadas as vias de acesso ao local.

Segundo o diretor de Desenvolvimento Aeroportuário do Guarujá, Dário Lima, o edital de concessão deve ser lançado ainda em 2014.

A pista atual tem 1.390 metros, mas também deve ser ampliada em 210 metros.

Como terá caráter regional, o aeroporto vai realizar a ligação entre Guarujá e cidades intermediárias, como Campinas e Ribeirão Preto, e capitais do país.

Lima não quis estimar quando o aeroporto receberá os primeiros voos civis, mas, caso não haja percalços nos processos de licenciamento ambiental e de privatização, isso deve ocorrer até 2015.

"Hoje, com os sistemas de construção de terminais em módulos, as empresas privadas conseguem acelerar a obra. Será muito mais rápido."

EMPRESAS

A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) vai entregar hoje à prefeitura as avaliações de demanda para o novo aeroporto.

Além do público mais óbvio, formado por veranistas, a associação estima que haverá usuários em busca de turismo de negócios, em conferências e outros eventos, e funcionários do complexo industrial da Baixada Santista.

"Esse aeroporto consolida a Baixada Santista em um outro patamar econômico. Para as companhias, ele é visto como um dos prioritários em todo o país", afirma o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.
Fonte: Folha de São Paulo

"Enfim a baixada santista vai sair do século XX e partir para o futuro, não é de hoje que se espera um aeroporto por toda a baixada e não termos que subir até São Paulo para pegar um simples voo até o RJ e outros locais.
Chega da máfia dos coletivos impedindo que o aeroporto seja construído!
Espaço na baixada é o que nunca faltou, o que faltava era o interesse, que por sua vez era esmagado por esses mafiosos que querem que o povo seja refém de seus meios de transporte velhos e ultrapassados, nem seque a baixada santista possui ferrovia para evitar o uso desnecessário de ônibus e carros.
Finalmente a baixada vai voltar a evoluir."
Sakura Nakashima